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5:0 Group I PT VAR ⚽ 2026-06-26 19:00 UTC опубл. 2026-06-26 21:20 UTC

Senegal — Iraq

A pergunta que assombrou desde o primeiro minuto: um cartão vermelho aos 13 minutos torna um placar de 5 a 0 inevitável – ou apenas revela o que já estava predestinado? Ao apito final no BMO Field, a resposta parecia cruel e óbvia. Habib Diarra abriu o placar logo aos 4 minutos – Senegal pressionou desde os primeiros segundos. Em seguida, o VAR analisou o lance de Rebin Sulaka aos 12 minutos, e o cartão vermelho veio aos 13. Se a decisão foi justa, é uma questão em aberto, Anthony Taylor encontrará críticos. O fato é outro: o xG do Iraque no final foi de apenas 0.18, a precisão dos passes foi de 69%, um chute a gol em todo o jogo. Dez homens contra uma máquina com 69% de posse de bola – isso não é tática, é sobrevivência. Mas o Senegal precisa ser honesto consigo mesmo. Com a vantagem numérica desde os 13 minutos, eles foram para o intervalo com apenas 1 a 0. Três grandes chances perdidas de cinco – uma prodigalidade preocupante. O xG de 3.03 fala de um domínio real, mas a eficiência foi baixa até então. A explosão aconteceu após o intervalo: Ismaïla Sarr aos 56 minutos, seguido pelo substituto Pape Gueye – aos 59 e 71. O homem que saiu do banco tomou o jogo para si e recebeu uma classificação de 10. Iliman Ndiaye finalizou aos 82. Idrissa Gana Gueye orquestrou o meio-campo durante todo o jogo – 8.5 na classificação, embora ele também tenha sido alvo do VAR aos 87 minutos: os detalhes do incidente são desconhecidos, deixando espaço para controvérsias. O goleiro do Iraque fez sete defesas – e sai com dignidade. Sem ele, os números seriam outros. Mas com zero grandes chances e total passividade no ataque, nenhuma tática salva. Zidane Iqbal, com seu potencial criativo, nunca recebeu a bola onde poderia causar dano. O placar está um pouco à frente do xG – cinco gols contra 3.03. Mas isso não é sorte, é o cansaço de dez pernas contra substituições frescas. Perguntas nos comentários: o cartão vermelho decidiu tudo ou a goleada era inevitável de qualquer forma? E o Senegal pode se dar ao luxo de tal prodigalidade contra adversários mais sérios? No FootLegion, ninguém tira os gols da sua seleção – ao contrário do que acontece em campo.