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3:2 round_of_16 PT VAR ⚽ 2026-07-07 16:00 UTC опубл. 2026-07-07 18:13 UTC

Argentina — Egypt

Atlanta rugiu, silenciou, depois explodiu — todos os três atos em noventa minutos no Mercedes-Benz Stadium. Argentina 3, Egito 2. Anote, porque este placar mente descaradamente. Aqui está o paradoxo: a Argentina gerou um xG de 2.8 contra 0.98 do Egito, dominou a posse de bola com 64-36, disparou 19 chutes, criou seis grandes chances — e passou os últimos onze minutos se debatendo para reverter dois gols de desvantagem. Os números dizem que a Argentina merecia vencer. O relógio dizia que eles quase mereciam ir para casa. O Egito foi magnífico em suas limitações. O gol de Yasser Ibrahim aos 15 minutos lançou um bloco disciplinado e sufocante que frustrou a Argentina durante a maior parte de uma hora. Os Faraós converteram as duas grandes chances — zero desperdício — enquanto a Argentina desperdiçou quatro das seis. Essa diferença de conversão é a história brutal dos primeiros 78 minutos. O gol de Mostafa Ziko aos 67 minutos, logo após a dupla substituição da Argentina, pareceu uma facada nas costelas. A fraqueza da Argentina era gritante: 19 chutes, sete no alvo, quatro grandes chances perdidas. Esses números pertencem a um time que perdeu. Dois momentos do VAR exigem menção. A revisão aos 19 minutos concedeu um pênalti à Argentina após um incidente envolvendo Nicolás Tagliafico — se o contato justificou a penalidade será discutido por muito tempo. Aos 59 minutos, Mostafa Ziko sobreviveu a uma revisão do VAR e marcou oito minutos depois. Tire suas próprias conclusões. Então vieram os onze minutos que reescreveram tudo. Cristian Romero diminuiu aos 79. Messi — perdendo por 1-2, o relógio correndo, o torneio em jogo — marcou aos 83. Não é a primeira vez que ele entra em um momento que deveria ser grande demais e o faz parecer rotineiro. Enzo Fernández marcou o gol da vitória nos acréscimos. Três gols em onze minutos. Três cartões amarelos egípcios aos 90 minutos mostraram exatamente o quão desesperadamente eles tentaram segurar o resultado. O Egito deixa Atlanta de cabeça erguida. Eles neutralizaram a Argentina por 67 minutos e expuseram todas as fraquezas na armadura da Albiceleste. O placar não os honra totalmente. A Argentina avança, mas quatro grandes chances perdidas e a fragilidade defensiva não podem sobreviver a outra rodada como esta. O ato de resgate tardio de Messi foi a prova de que ele permanece intocável, ou a incapacidade da Argentina de matar os jogos é uma bomba-relógio nas eliminatórias? E o Egito merece mais crédito do que o placar lhes dá? Deixe sua opinião — no FootLegion, cada gol que seu país marca vive para sempre.